Então...
Quando a gente fica sabendo da verdadeira história de um texto só depois que o lemos pela primeira vez, há um “sabor” diferente quando se lê na segunda e em diante.
Mudam-se as imagens em nossa mente, pois que o construímos como sendo “adequado” para o desenrolar da história, vira de pernas pro ar (tem gente que chama isso de imaginação). Assim como você faz quando ataca de anjo, vem pra cima falando “delas” e “disso e daquilo”... e é ali que te conheço de verdade, como num texto, lido pela segunda vez, após sabermos a real história.
Articular-se para parecer um tolo no intuito de “esconder” teu verdadeiro eu pode, em algum momento, fazer com que fique só, que perca a hora e outro alguém tome seu lugar, que foi conquistado por direito e merecimento. Por isso é recomendado ser você mesmo e não perder a oportunidade de fisgar da primeira vez quem te pisca o olho. O pior é que depois vem alguém te dizendo que é melhor esperar do que escolher precipitadamente. Daí tu te confundes e volta ao status anterior: fazer e se arrepender ou deixar de fazer e se arrepender do mesmo jeito?
Sabe ao que te aconselho? Faça, já que o arrependimento pode não existir nesse ato, pois pode dar certo e não fazê-lo resultaria em dois arrependimentos.
Jamais compre “aquela” roupa íntima pra ser usada “naquele” momento, pois esse “momento” pode acontecer antes ou depois do que se imagina. Compre então várias peças para todos os dias estar pronto para o ato, onde a “embalagem” não interessa muito, mas o ato em si. O Ministério do Bem Estar adverte: este conselho ridículo é válido para ambos os sexos!
Sabe o porquê disso tudo? Pelo simples fato de você só saber da verdadeira história daquele texto ou ato depois que o leu ou de consumado, então o sabor será mais gostoso se provares antes mesmo de conhecer o que há por trás disso tudo, seja com aquela cueca ou calcinha provocante que tanto esperou para vestir no dia “D”.
Quando a gente fica sabendo da verdadeira história de um texto só depois que o lemos pela primeira vez, há um “sabor” diferente quando se lê na segunda e em diante.
Mudam-se as imagens em nossa mente, pois que o construímos como sendo “adequado” para o desenrolar da história, vira de pernas pro ar (tem gente que chama isso de imaginação). Assim como você faz quando ataca de anjo, vem pra cima falando “delas” e “disso e daquilo”... e é ali que te conheço de verdade, como num texto, lido pela segunda vez, após sabermos a real história.
Articular-se para parecer um tolo no intuito de “esconder” teu verdadeiro eu pode, em algum momento, fazer com que fique só, que perca a hora e outro alguém tome seu lugar, que foi conquistado por direito e merecimento. Por isso é recomendado ser você mesmo e não perder a oportunidade de fisgar da primeira vez quem te pisca o olho. O pior é que depois vem alguém te dizendo que é melhor esperar do que escolher precipitadamente. Daí tu te confundes e volta ao status anterior: fazer e se arrepender ou deixar de fazer e se arrepender do mesmo jeito?
Sabe ao que te aconselho? Faça, já que o arrependimento pode não existir nesse ato, pois pode dar certo e não fazê-lo resultaria em dois arrependimentos.
Jamais compre “aquela” roupa íntima pra ser usada “naquele” momento, pois esse “momento” pode acontecer antes ou depois do que se imagina. Compre então várias peças para todos os dias estar pronto para o ato, onde a “embalagem” não interessa muito, mas o ato em si. O Ministério do Bem Estar adverte: este conselho ridículo é válido para ambos os sexos!
Sabe o porquê disso tudo? Pelo simples fato de você só saber da verdadeira história daquele texto ou ato depois que o leu ou de consumado, então o sabor será mais gostoso se provares antes mesmo de conhecer o que há por trás disso tudo, seja com aquela cueca ou calcinha provocante que tanto esperou para vestir no dia “D”.
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