segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Vivemos entre anencéfalos

As pessoas são apenas o que as sociedades desejam que elas sejam. Sempre tem alguém que grita “não é bem assim”... Que elas têm coragem de sair de suas “conchas” e contar para o mundo quem realmente são e para que vieram e coisa e tal, mas não é sempre o que vivenciamos no mundo real. Para onde foi essa valentia toda?
Pra que estragar agora o que um dia será estragado por “inteligentes” integrantes dessas “sociedades”? Se existe intolerância nos minúsculos cérebros deles (se é que existem cérebros), deixa-os sofrerem com essa patologia hereditária, pois os seres conhecidos como “errantes” hoje estenderão as mãos para abrir as cabeças desses ridículos anencéfalos no futuro e acenderão uma vela, iluminando o mundo como ele realmente tem que ser.
Ponhamos então feras nos covis além dos lobos que ali estão, pois eles podem ser corrompidos...Deixemos que apodreçam ali, que sintam o poder dos seres “errantes”, que um dia implorem pelo nosso perdão e assumam que também eram “errantes”, mas que a sociedade os camuflou com sua flâmula podre e cheia de falácias em sua retórica...
Assim irão saber o verdadeiro gosto da vida, dos prazeres que nós errantes desfrutamos agora. Quem chega tarde come frio!

2 comentários:

Marcelo Matos disse...

Lembrei de um frase batida q diz: "quem tem boca fala o q quer" ... a valentia de ser e mostrar o que se é já esvaiu em muitos e em outros ainda está apenas nascendo... é mais fácil acusar que confessar, afinal, o inferno é sempre outro...
As máscaras caem, eu bem sei disso! rs

muito legal o texto, me fez lembrar de acontecimentos um tanto qto recentes!

Parabéns.

Unknown disse...

nossa
me identifiquei mt com esse! mt bom mesmo! parabens mais uma vez!